Cheguei aqui por conta dos posts sobre SCRUM mas, como professor universitário que também sou, me interessei bastante por estas reflexões sobre a “Universidade dos Sonhos”.
As idéias são bem legais e acho que produziriam um efeito tremendo. O único problema que vejo hoje é que a maioria dos alunos não está interessada neste tipo de abordagem.
Levei uma vez um colega de trabalho para ministrar uma palestra na faculdade sobre mercado de trabalho, oportunidades e etcs. Pessoa conceituada, conhecida nacionalmente e uma referência na área. O público era composto pelos alunos formandos e aqueles que se formariam no próximo ano.
Não cheguei a fazer uma estatística precisa, mas cerca de 50% da turma deve ter dormido e outros 20% sairam com menos de 10 minutos.
Infelizmente este é o perfil da maioria dos alunos do ensino superior hoje. Uma minoria está interessada em aprender e a grande maioria está ali apenas para cumprir mais uma etapa na vida.
concordo que é difícil conseguir o interesse dos alunos quando em uma atitude isolada, mas por outro lado assim como o doente não se recupera com uma dose só (e pode até se incomodar com), também as pessoas já com a cultura atrofiada do comodismo não reagirão de imediato a uma proposta renovadora.
mas é justamente aí que é interessante colocarmos a cabeça para funcionar e desenharmos uma experiencia envolvente e constante que vá pouco a pouco reeducando essas pessoas.
e olhe pelo lado bom, você já é professor universitário, então se não for vocês que vão mudar o sistema, quem vai?
Cheguei aqui por conta dos posts sobre SCRUM mas, como professor universitário que também sou, me interessei bastante por estas reflexões sobre a “Universidade dos Sonhos”.
As idéias são bem legais e acho que produziriam um efeito tremendo. O único problema que vejo hoje é que a maioria dos alunos não está interessada neste tipo de abordagem.
Levei uma vez um colega de trabalho para ministrar uma palestra na faculdade sobre mercado de trabalho, oportunidades e etcs. Pessoa conceituada, conhecida nacionalmente e uma referência na área. O público era composto pelos alunos formandos e aqueles que se formariam no próximo ano.
Não cheguei a fazer uma estatística precisa, mas cerca de 50% da turma deve ter dormido e outros 20% sairam com menos de 10 minutos.
Infelizmente este é o perfil da maioria dos alunos do ensino superior hoje. Uma minoria está interessada em aprender e a grande maioria está ali apenas para cumprir mais uma etapa na vida.
Lamentável…
marcos,
vejamos aí uma oportunidade de trabalho imenso.
concordo que é difícil conseguir o interesse dos alunos quando em uma atitude isolada, mas por outro lado assim como o doente não se recupera com uma dose só (e pode até se incomodar com), também as pessoas já com a cultura atrofiada do comodismo não reagirão de imediato a uma proposta renovadora.
mas é justamente aí que é interessante colocarmos a cabeça para funcionar e desenharmos uma experiencia envolvente e constante que vá pouco a pouco reeducando essas pessoas.
e olhe pelo lado bom, você já é professor universitário, então se não for vocês que vão mudar o sistema, quem vai?